A Prima Vera acordou mais cinza porém mais verde nesses novos dias. O Inverno, agora mais uma vez dormitando suavemente na cama à sua esquerda parecia um tanto menos cansado, menos azulado, menos debotado e menos encharcado que da última vez que o vira, tão enrugado e amassado e amarrotado, azul, azul, azul acinzentado infeliz e amargurado. Era estranho, mas parecia que entrevia uma ponta de sorriso dependurada, quase caindo do canto direito de seus finos lábios. Quase inexistente, fraquinho, fraquinho, apagado... Tão apagado... Mas definitivamente, um sorriso!
Prima Vera se levantou. Estavam no 2.2! Release 2.2! Quem diria! Depois de um 1.7 tão nefasto e dos 1.8, 1.9, 2.0... Ainda mais depois daquele 2.1 tão conturbado, tão cheio de tantas desilusões, aflições e ões e ões e ões... O 2.2 fora finalmente lançado! Que maravilha!!!
Vestiu seu vestidinho florido, com seus botões já quase em flor, seu chapéu verde tão surrado que parecia de grama e seus chinelinhos de dedo já marrons de tanto cruzar as terras daquele seu mundo. E assim, como quem mal se dá conta, Prima Vera olhou pra direita. Lá estava ele. O Verão. E como estava vermelho! Mas não era um vermelho como aqueles de outrora tão furiosos, tão melindrosos, tão fogosos e chorosos e orgulhosos... Era um vermelho tão... tão... Bonito! Um vermelho alaranjado amarelado dourado superior e magnífico! Lindo, lindo, lindo... Tão lindo que Prima Vera chegou a se perder naqueles cabelos avermelhados, naquela barba russa, naquele rosto forte, seguro, acolhedor e ao mesmo tempo... Angelical e suave... Verão era uma loucura! Que espetáculo era ele! Tão imprevisível, másculo, de-li-ci-o-so... Era uma pena que ficasse de tão mal-humor se acordado antes do tempo... Ah... era uma pena...
Foi então que assim, quase sem querer, Prima Vera olhou pela janela afora e avistou o dia que a esperava. Que dias lindos via pela frente! Que manhãs iluminadas, prados verdejantes, flores risonhas dançando ao sabor do vento... 2.2! Finalmente o 2.2! Era manhã, ela tinha acordado bem cedinho e tudo parecia perfeito! 2.2 lá fora... Encontros promissores pela frente... Ah... Mal podia esperar pela hora em que o Verão acordasse... Não devia demorar muito... E teriam longas horas de conversa, de brincadeiras, de passeios e danças enquanto durasse aquele 2.2 maravilhoso!
Que beleza de 2.2 seria aquele! Que beleza...
Prima Vera agarrou a bolsa, abriu a porta e pôs a alma na rua. Era melhor sair logo e começar a viver. O 2.2 não espera terminar de sonhá-lo... O 2.2 só quer saber daqueles que procuram vivê-lo de pronto e vivê-lo sem medo.
Aishiteru = ' - ' =
Feliz 2.2, 3.1, 5.0, 7.8 e todos os outros =D
Mudo agora a essência desse espaço. Quero salpicar de negro as páginas formadas por esses pixels e ver se consigo criar textos tão maravilhosos quanto os que admiro Como dizem no teatro - Merde!
Monday, September 03, 2007
Saturday, June 23, 2007
I want memories for smiles... For smiles and nothing else.

Pela primeira vez em muito tempo meus olhos divisam um mundo além da névoa das minhas lembranças. Um mundo maior que a saudade do que não volta mais, maior que a saudade do que nunca chegou a vir, maior que meus medos e que eu mesma.
Um mundo claro como tardes de sábado claro, suave, ensolarado, colorido pelas asas em loop de pequenos aviões azuis, brancos, vermelhos e amarelos. Um mundo novo. Pronto para se encher de novas memórias, de momentos e de lembranças belas e trigueiras. Um mundo onde o fim das minhas lembranças não precisam culminar com lágrimas, mas podem e devem culminar com sorrisos.
Um mundo claro como tardes de sábado claro, suave, ensolarado, colorido pelas asas em loop de pequenos aviões azuis, brancos, vermelhos e amarelos. Um mundo novo. Pronto para se encher de novas memórias, de momentos e de lembranças belas e trigueiras. Um mundo onde o fim das minhas lembranças não precisam culminar com lágrimas, mas podem e devem culminar com sorrisos.
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Hoje o céu cinzento das seis da manhã transformou-se no céu azul das 3. O silvo frio do vento das primeiras horas do dia deu lugar a brisa macia e quente da tarde, os olhos molhados e os pensamentos tristes e desordenados da madrugada aos sorrisos e brincadeiras do entardecer. Novas lembranças, felizes para combinar com as antigas, reais, atuais e verdadeiras para me lembrar a cada momento que a jornada continua e que eu vivo um dos momentos mais felizes da minha vida.
Boas lembranças para todos. Mata ne = ' - ' =
<-- O sorriso mais lindo, chave dos meus mais lindos sorrisos e de todas as mais belas lembranças do meu Admirável Mundo Novo.
Aishiteru.
Boas lembranças para todos. Mata ne = ' - ' =
<-- O sorriso mais lindo, chave dos meus mais lindos sorrisos e de todas as mais belas lembranças do meu Admirável Mundo Novo.Aishiteru.
Monday, June 18, 2007
1.0
A noite havia terminado do mesmo modo que muitas outras, com mais um capítulo do tomo grosso que liam dia sim dia não desnudado. Ela olhou a única estrela ainda à vista através da janela do quarto. Incrível como parecia que cada vez menos estrelas estavam visíveis nos céus negros daqueles dias. Quase imperceptível, um desejo de voltar aos dias calmos das antigas férias de junho/julho encheram seus olhos com lembranças doces do céu estrelado e brilhante da casa de praia.
Sorriu.
Uma série de lembranças corriam diante de seus olhos agora fechados. Os cachorros brincando no quintal, o pacote de cartas de baralho com o desenho do Menino Atômico no verso, a corda grossa presa ao balde de obra que subia e descia com cimento, água e areia, a baderna dos adultos, as brincadeiras das crianças, as inúmeras paródias ensaidas ano após ano para a noite de ano novo e todas as queimas de fogos frustadas pela chuva fina do último dia do ano. Mal se deu conta de que as lembranças se misturavam, bruxuleantes como as chamas de uma fogueira de São João.
Quando deu por si, um apito fino a puxava para a realidade. Já era dia. Hora de levantar. Mas ela decidiu ficar na cama mais um pouquinho.
Sorriu.
Uma série de lembranças corriam diante de seus olhos agora fechados. Os cachorros brincando no quintal, o pacote de cartas de baralho com o desenho do Menino Atômico no verso, a corda grossa presa ao balde de obra que subia e descia com cimento, água e areia, a baderna dos adultos, as brincadeiras das crianças, as inúmeras paródias ensaidas ano após ano para a noite de ano novo e todas as queimas de fogos frustadas pela chuva fina do último dia do ano. Mal se deu conta de que as lembranças se misturavam, bruxuleantes como as chamas de uma fogueira de São João.
Quando deu por si, um apito fino a puxava para a realidade. Já era dia. Hora de levantar. Mas ela decidiu ficar na cama mais um pouquinho.
Monday, June 11, 2007
Que saudade desse afã-metralhadora!
Incrível como tem dias que você parece uma velha de 285 anos! Estava cá eu, fazendo planejamento semanal para minhas aulitchas quando uma instalação mal-sucedida do media player (coisa maldita!) me fez abrir o orkut, visitar rapidamente o blog da minha miga-aluna Lena e acabar aterrissando no da Lia - Eis a metralhadora do título!
Foi basicamente automático... Me deu saudade dos tempos de "In the City", da minha necissade ultra-frustada de compartilhar meus dias de maneira anônima ou semi-anônima, esbanjando um humor que já não tenho! Todos aqueles posts longos e esguios falando da guerra contra minha tão conhecida parvalhice e outros seres não muito dóceis...
Então, eu notei o mais estranho disso tudo... Não tem nem cinco anos que eu postava no "In the City"... Mas pareceu, por um momento, que fazia muito mais... Uns duzentos. Por que será que às vezes a gente se sente tão velha sobre algumas coisas? Será que todo mundo um dia se sente velho demais pra andar de balanço? Pular muro? Subir em árvore? Correr no meio da rua? Andar saltitando? Comer brigadeiro de panela com os dedos e ficar todo melado? Será que a gente envelhece aos poucos passando a achar estranho os pequenos prazeres da vida? Será...?
Que estranho... E eu que sempre me achei tão velha, e não me assustava com coisa alguma, agora tô me assustando de me achar tão mais velhar que o que já achava... FEIO!!!
Talvez, no fundo, a velhice esteja mesmo nisso... Em não se dar conta de que você não está mais fazendo as coisas que costumava fazer porque começou a achá-las infantis. Foi muito provávelmente por isso que todas vocês que estão me lendo agora deixaram ou deixarão um dia de brincar com bonecas e porque vocês, meninos, não brincam mais de Plataforma de Petróleo com bonequinhos do Playmobil (ou então, porque as mães de vocês resolveram doar seus brinquendos para um orfanato... vai saber...).
E, sendo assim, se a velhice está em achar infantil demais fazer as coisas que você sempre fez e sempre achou o máximo de divertido, permanecer jovem está em continuar fazendo essas coisas todas, mesmo achando que elas são infantis. Portanto, continue comendo brigadeiro com os dedos, e continue andando de balanço - o que é muuuuuuuuuuuuuuito bom... a menos que o seu quadril esteja largo demais e você fique entalada num deles... - e se por algum acaso você estiver com vontade de andar saltitando por aí, me chame!
Mata ne = ^ - ^ =
Foi basicamente automático... Me deu saudade dos tempos de "In the City", da minha necissade ultra-frustada de compartilhar meus dias de maneira anônima ou semi-anônima, esbanjando um humor que já não tenho! Todos aqueles posts longos e esguios falando da guerra contra minha tão conhecida parvalhice e outros seres não muito dóceis...
Então, eu notei o mais estranho disso tudo... Não tem nem cinco anos que eu postava no "In the City"... Mas pareceu, por um momento, que fazia muito mais... Uns duzentos. Por que será que às vezes a gente se sente tão velha sobre algumas coisas? Será que todo mundo um dia se sente velho demais pra andar de balanço? Pular muro? Subir em árvore? Correr no meio da rua? Andar saltitando? Comer brigadeiro de panela com os dedos e ficar todo melado? Será que a gente envelhece aos poucos passando a achar estranho os pequenos prazeres da vida? Será...?
Que estranho... E eu que sempre me achei tão velha, e não me assustava com coisa alguma, agora tô me assustando de me achar tão mais velhar que o que já achava... FEIO!!!
Talvez, no fundo, a velhice esteja mesmo nisso... Em não se dar conta de que você não está mais fazendo as coisas que costumava fazer porque começou a achá-las infantis. Foi muito provávelmente por isso que todas vocês que estão me lendo agora deixaram ou deixarão um dia de brincar com bonecas e porque vocês, meninos, não brincam mais de Plataforma de Petróleo com bonequinhos do Playmobil (ou então, porque as mães de vocês resolveram doar seus brinquendos para um orfanato... vai saber...).
E, sendo assim, se a velhice está em achar infantil demais fazer as coisas que você sempre fez e sempre achou o máximo de divertido, permanecer jovem está em continuar fazendo essas coisas todas, mesmo achando que elas são infantis. Portanto, continue comendo brigadeiro com os dedos, e continue andando de balanço - o que é muuuuuuuuuuuuuuito bom... a menos que o seu quadril esteja largo demais e você fique entalada num deles... - e se por algum acaso você estiver com vontade de andar saltitando por aí, me chame!
Mata ne = ^ - ^ =
Monday, April 23, 2007
O que são promessas?
Te juro que por um momento infundado do meu dia, eu pensei em falar sobre esse tipo incomum e inconveniente de frase que por vezes, nos atrevemos a dizer para outra pessoa... Mas acho, atualmente, que as promessas são coisas tão infundadas e feias, que não poderia dar à elas espaço nesse meu lugar sagrado embora agora pouco freqüentado que eu chamo de meu blog.
Aliás, acho que é justamente por não estar dando à esse meu cantinho o devido carinho, respeito e atenção que ando esquecendo tantas ortografias e ando falando tão mal... Será?
Pra terminar... E só pra esse post não ficar sem sentido...
Promessas são papéis de dívida invisíveis, que servem apenas para demonstrar um "real" ou "aproximadamente sério" interesse seu por alguma coisa, mas não exatamente a sua absolutamente verdadeira vontade de levar o objeto da promessa à uma real conclusão. Ou seja... Quando você diz que vai visitar alguém tal dia e levar alguma coisa, você realmente quer dizer que quer fazer tudo isso (e talvez até vá) mas não, exatamente, que isso vai ser feito no dia que você disse que ia.
Deu pra entender?
Aliás, acho que é justamente por não estar dando à esse meu cantinho o devido carinho, respeito e atenção que ando esquecendo tantas ortografias e ando falando tão mal... Será?
Pra terminar... E só pra esse post não ficar sem sentido...
Promessas são papéis de dívida invisíveis, que servem apenas para demonstrar um "real" ou "aproximadamente sério" interesse seu por alguma coisa, mas não exatamente a sua absolutamente verdadeira vontade de levar o objeto da promessa à uma real conclusão. Ou seja... Quando você diz que vai visitar alguém tal dia e levar alguma coisa, você realmente quer dizer que quer fazer tudo isso (e talvez até vá) mas não, exatamente, que isso vai ser feito no dia que você disse que ia.
Deu pra entender?
Tuesday, February 20, 2007
Sob o sol dos seus erros
às vezes eu fico muito admirada com a simplicidade das coisas... Não só a simplicidade delas, mas o modo como elas são todas intrínsecas, aleatórias, difusas, confusas, misturadas, mistas, todaspartedeumamesmacoisa....
Esclarecendo... Você já deve ter ouvido aquela famosa frase que eu não lembro quem disse: "nada se cria, nada se perde, tudo se transforma..." veio Darwin na minha cabeça agora, mas eu não tenho certeza... Enfim... Incrível como dá pra explicar tudo no mundo usando outras coisas do mundo como referência.
Um exemplo muito digno e muito atual é a forma como as consequencias dos nossos erros parecem com a ardencia daquela queimadura de sol que você arrumou por ir à praia ou tomar banho de piscina sem protetor solar... Dura por longos, intermináveis dias, e se você não faz um trabalho muito profundo para manter essa dor bem viva na sua mente, ela se esvai e lá vai você fazer m*rda de novo... Chatíssimo como somos desmemoriados e sei lá... meio viciados em fazer porcaria....
Ou não. Vai ver sou só eu mesmo... Ou melhor... ERA.
Acho que é por isso que crescer é tão doloroso... Seja em nível corporal metabólico seja intelectual e humanamente.
...
Quero continuar crescendo.
Namaste.
Esclarecendo... Você já deve ter ouvido aquela famosa frase que eu não lembro quem disse: "nada se cria, nada se perde, tudo se transforma..." veio Darwin na minha cabeça agora, mas eu não tenho certeza... Enfim... Incrível como dá pra explicar tudo no mundo usando outras coisas do mundo como referência.
Um exemplo muito digno e muito atual é a forma como as consequencias dos nossos erros parecem com a ardencia daquela queimadura de sol que você arrumou por ir à praia ou tomar banho de piscina sem protetor solar... Dura por longos, intermináveis dias, e se você não faz um trabalho muito profundo para manter essa dor bem viva na sua mente, ela se esvai e lá vai você fazer m*rda de novo... Chatíssimo como somos desmemoriados e sei lá... meio viciados em fazer porcaria....
Ou não. Vai ver sou só eu mesmo... Ou melhor... ERA.
Acho que é por isso que crescer é tão doloroso... Seja em nível corporal metabólico seja intelectual e humanamente.
...
Quero continuar crescendo.
Namaste.
Friday, January 05, 2007
Adeus ano velho
Passamos todos os dias do ano tendo certeza de que os segundos, os minutos, as horas valem tão pouco. Os dias não nos rendem, os minutos não passam para chegar a hora de ir pra casa, ou de ver a pessoa amada, das férias, de finalmente chegar na casa daquele amigo, os segundos não terminam quando os contamos para o fim do horário eleitoral, para o sinal abrir e podermos seguir em frente, o tempo não nos é suficiente nem serviente nem eficiente.
Mas no dia 31 de dezembro todas essas verdades e todas essas certezas caem por terra. Nesse dia, os segundos valem ouro, os minutos são sagrados e as horas, intermináveis horas são maravilhosas e suspirantes. Nesse dia o tempo opera milagres e tudo o que ele não foi capaz de fazer durante todo o ano ele é capaz de fazer nesse dia. Em 31 de dezembro, uma simples passagem de segundo transforma vidas, transforma o ar, as pessoas, os sentimentos. De uma hora pra outra as coisas se tornam futuram ou se tornam passado, de um segundo pro outro a vida se renova e fortalece, de uma hora pra outra, de um minuto pra outro, de um segundo pra outro deixamos de viver aquele ano que tanto nos atormentou e no qual tivemos tantos problemas, tantas doenças e também tanta saúde, tanta alegria e tanta felicidade para nos depararmos com um novo ano, cheio de possibilidades.
Dizem que o ano novo é como uma folha em branco que podemos preencher como quisermos ou pudermos.
Desejo a todos vocês o poder desses segundos do dia 31 de dezembro. Que nesse ano, você sejam transformadores e construam a cada passo dias melhores.
Mas no dia 31 de dezembro todas essas verdades e todas essas certezas caem por terra. Nesse dia, os segundos valem ouro, os minutos são sagrados e as horas, intermináveis horas são maravilhosas e suspirantes. Nesse dia o tempo opera milagres e tudo o que ele não foi capaz de fazer durante todo o ano ele é capaz de fazer nesse dia. Em 31 de dezembro, uma simples passagem de segundo transforma vidas, transforma o ar, as pessoas, os sentimentos. De uma hora pra outra as coisas se tornam futuram ou se tornam passado, de um segundo pro outro a vida se renova e fortalece, de uma hora pra outra, de um minuto pra outro, de um segundo pra outro deixamos de viver aquele ano que tanto nos atormentou e no qual tivemos tantos problemas, tantas doenças e também tanta saúde, tanta alegria e tanta felicidade para nos depararmos com um novo ano, cheio de possibilidades.
Dizem que o ano novo é como uma folha em branco que podemos preencher como quisermos ou pudermos.
Desejo a todos vocês o poder desses segundos do dia 31 de dezembro. Que nesse ano, você sejam transformadores e construam a cada passo dias melhores.
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