Saturday, February 25, 2006

Evangelionnnn... Qui xaudade XD !!



Óia sóa Asuka, lindíssima!!! Só pra quem assistiu ao mangá Evangelion! = ' - ' = !

Eu costumava assistir com a minha mãe e minha maninha linda... La la... quanta bobagem... É Carnaval minha gente... Até quarta-feira, quando tudo virar cinzas!

Bjões =P

Friday, February 24, 2006

Finally... It's alive!!!!

HAUhauhauhauhauhauhauhauhauhauhauh! Finalemente! Gabriele Frankenstein termina sua obra... Claro, que devemos os nossos mais sinceros e devidos agradecimentos á Flavio Igor... (o qual não aparece no texto original do livro de Shelley, mas é deveras importante)!
Quem quiser um layout igual, bem... eu realmente não sei o que deve fazer... Não estamos prontos para passar pelo pesadêlo desse experimento tão cedo... Mas é uma possibilidade.

Então, divirtam-se lendo os textos aqui do JC - Não, não é o Jornal do Comércio... É o Just Confessions mesmo... - e torça para entrar na lista dos Blog Links!

Bjão, Mata ne... Sayonara.... Ariverderci... Tchau.... Vai logo...
O que vc ainda tah lendo nesse post...
Tem outro mais interessante logo aí embaixo, óh!

=P

"- There are worse things than forget"



"- No."

Esquecimento. Lembro-me, perfeitamente, de todas as coisas que já me esqueci nessa vida. Já esqueci alguns amigos, já esqueci milhares de datas, já esqueci as chaves (mais do que zilhões de vezes!) já esqueci o celular, o CD da aula de sábado, os óculos, até mesmo meu próprio aniversário.

Quem é que nunca perdeu uma senha? Um login? Um documento? O cartão do mercado, justo no dia em que vc está sem dinheiro? Esquecimento. Falta de memória, falta de lembrança, Branco.

Outro dia eu estava assistindo televisão e vi aquela comediante americana, acho que se chama Ana, ou coisa do gênero... Ela tinha um seriado só dela, que tinha o nome dela, e confessou ser lésbica há alguns anos, começando um namoro com aquela atriz loira que fez "sete dias e seis noites" (?) Em que ela estava fazendo uma viagem, era repórter ou algo assim, e o avião que ela fretou, pilotado pelo... Harrison Ford(?) cai numa ilha deserta e eles têm que fugir de piratas, de um javali e outros perigos mais até se apaixonarem... O marido dela no filme é o Ross do FRIENDS... Enfim... E ela (a comediante) estava num show, desses de piadas, contando umas anedotas sobre falta de memória. Ela dizia que não se lembrava mais de alguns números porque os botões o faziam por ela. "There are buttons that remember things for you, like the password of your e-mail, or your aunt's birthday... There are even buttons that remember what the other buttons remember for you..."

Hoje eu assisti ao filme "Os Esquecidos" ou "The Forgotten". Há coisas piores do que esquecer, o vilão disse. Há coisas piores do que esquecer.

O que pode ser pior do que esquecer? - Ser esquecido. Dependendo de quem você seja ou de quem te esquece, ser esquecido pode ser, realmente, uma experiência maligna. Imagine se você for uma chave, o ódio profundo que você deve sentir quando seu dono te esquece pendurada que nem um mico Leão Dourado no ferrolho da fechadura? "- Hei, seu banana! Volta aqui, ô cabeça de vento! Como você espera entrar em casa mais tarde? Ah, é assim? Não vai voltar, não? Pois eu vou emperrar de propósito quando você voltar, está me ouvindo???"

Ou se você fosse um celular... "- Bem... É você quem sabe... Mas o seu namorado vai ligar e eu quero saber qual é a desculpa que você vai dar pra ele...". Mas dentre todas as coisas, acho que os benfeitores e os credores são os que mais se ressentem do seu esquecimento... O benfeitor, porque todo mundo adora ser elogiado, ou gratificado por algo que fez... "- Poxa... Nem sequer um valeu cuspido pelo canto da boca... ", e o credor... Bem... É meio óbvio, não? "- Mas essa é boa! Dia de pagamento e o nosso caríssimo companheiro tem a indecência de fingir que não me conhece! Ora, veja..."

Mas talvez sejam mesmo as lembranças as que mais se ressentem dos esquecimentos. Ou talvez, simplesmente não haja ressentimentos nos esquecimentos, afinal, esquecimentos são mesmo esquecidos, eles não têm memória, e portanto, não podem resentir-se daquilo que não lembram. Só sei que EU, deifinitivamente, lembro, perfeitamente de tudo aquilo de que já me esqueci, como por exemplo, o ponto exato de que ia tratar quando comecei esse texto, e fico realmente muito ressentida de tê-lo esquecido!

Você tem idéia de qual era? Poderia me dar uma dica?

Ora vamos... Quantas letras? Ahn? hein?... puff...

Aishiteru, Mata ne... ... ... Ops... Esqueci o resto... =P

Thursday, February 23, 2006

Texto I

Ela acordou naquele dia sentindo nas costas uma dor que não exitia. Olhou a sua volta no quarto agora tomado por uma semi-escuridão ou semi-claridade, o reflexo dos móveis ainda turvos em sua retina cansada. Já era um outro dia.

Ela detestava acordar assim, como quem volta de um cochilo de dois minutos durante uma aula de equações no tempo que segue logo após o recreio. A cabeça pesada, os ossos doloridos, um nó gigantesco nos ombros... Estranho como as coisas parecem diferentes, parecem confusas, parecem alienígenas nos três primeiros segundos das manhãs recém nascidas, quando todos os seus neurônios ainda estão se readaptando à velocidade das conecções elétricas, as retinas ainda ajustando o foco para aquele mundo mais uma vez renovado pelos ares da noite.

Levanta. Do banheiro o som de água caindo denuncia que está não sozinha do lado luscido do mundo. Vai até a cozinha, toma um copo d'água, e já nos primeiros goles sente a dor do juízo no fundo da boca, como um grande martelo de juiz da vara criminalista pedindo silêncio antes de declarar sua sentença final contra o réu.
"- Eu declaro aos indivíduos aqui presentes, que teremos mais um dia de dores lascinantes, sendo deferido como medida de segurança que o réu seja submetido à um tratamento medicinal de dipirona sódica de quatro em quatro horas durante os próximos dias e ao longo do recesso desse tribunal, até que seja marcada a data de execução definitiva do caso!"

Mais uma vez, agora que os pensamentos estão finalmente organizados em sua mente, lhe vem, suave como um ditado velho, a verdade cada dia mais certa, eloqüente e adequada de sua nova teoria: se juízo fosse bom, seria a primeira coisa a nascer nas pessoas, logo nos primeiros anos, poupando-nos de muitas dores e de muitas lembranças, uma vez que ninguém se lembra das horrendas fisgadas causadas pelos dentes de leite ao brotarem consecutivamente da gengiva rosada de suas bocas ainda babentas e descordenadas.

Respira fundo. Infelizmente, muito ajuizadamente, ou não, alguém havia resolvido que haveria um dente pra nascer por último, que doeria como nenhuma outra coisa, e que por isso, seria, muito sabiamente, relacionado com um dos atributos mais raros da raça humana: o juízo. O qual só se forma mesmo depois de muita dor, quebrando a cabeça, o coração e outros membros ou órgãos dependendo do gosto do cliente...
Segue o comprimido levado pela correnteza esôfago abaixo. Quanto tempo até fazer efeito? Mistério.

Aqueles acometidos pelo juízo não tem felicidade matinal.

Friday, February 17, 2006



O brinco do Mar / O brinco da lua

'Cause all of the stars, are fading away. Just try not to worry, you see them someday.

Take what you need and be in your way, stop crying your heart out
Hoje eu resolvi escrever um texto para comemorar a minha grande coragem!Finalmente fiz o meu terceiro furo na orelha! E para comprovar a minha coragem, porque sempre tem um engraçadinho que nãoconfia na gente, resolvi tirar uma foto da minha linda orelhinha, agora com três furos e três brincos (lógico!)
Foi então que decidi olhar na minha caixinha de jóias, para ver um brinco bem bonito para colocar no primeiro furo. Aqueleque quase todo mundo tem e que é super feliz de não lembrar a dor que sofreu quando o fez. E encontrei os meus brincos de uma orelha só.

Quem não tem um brinco de uma orelha só? Eu tenho vários! São aqueles benditos que fizeram o favor de deixar o irmão gêmeo emalgum lugar da casa, da rua, da praia, do mundo... E que agora vivem sozinhos, e que se você quiser usar, tem que ser numdia de inspiração hippie, ou todos vão achar que você é maluca...
Dentre todos os meus brincos em estado de orfandade fraterna, dois são especiais: um de madeira e arame e o outro que, originalmenteera feito com uma pena, uma pedrinha e arame (os dois da foto). Eu ganhei ambos da minha mãe. O de pedrinha quando estava nohospital, há quase cinco anos, e o outro há uns dois anos atrás, quando fui com ela à Tijuca, acompanhá-la em uma de suas aulasdo curso de bonecas.

O primeiro se tornou um solitário há muitos dias... Quando a lua era cheia, e os passarinhos cantavam... Eu nunca soube o que houvecom ele... O outro eu perdi em Saquarema. Quase como a música da ciranda: "Perdi meu anel no maaaar..." Mas foi um brinco, e o marnão me deu concha nenhuma! (mão de vaca!)Alguém pode até dizer, que brincos que sofrem de orfandade fraterna são um aviso ou uma prova, ou algo do gênero de que as cosassimplesmente se perdem na vida. Que tudo, cedo ou tarde, acaba se distanciando, se tornando incompleto...Outros podem dizer que isso é prova do fator IMPERFEIÇÃO do mundo. ("Os números pares são uma infâmia!!! Não existe dividendo perfeito!Não existe maneira de se dividir o ano exactamente igual!!!! É fraude... A matemática não vale nada... Na-daaaaa")

Mas eu, particularmente, prefiro acreditar, que brincos perdidos significam, simplesmente, que tudo na vida pelo que nóspassamos tem um efeito, deixa uma marca característica na gente. Um pouquinho deles. Os brincos deixam os irmãos gêmeos,as pessoas deixam a saudade, o tempo deixa as lembranças. O furo que eu fiz hoje deixa essa dorzinha tilinda na ponta da minhaorelha que diz segundo-a-segundo: "Tem um brinquinho novo aquiii....".

Esses brincos me deixaram o irmão gêmeo deles, pra eu colocar numa orelha só e lembrar com muuuuito carinho do dia em quea minha mãe os comprou pra mim. E pra eu me lembrar com muito carinho da minha mãe também. O que eu perdi no mar, é o meu novo messenger particular! Liga os meus pensamentos diretamente com a minha mãe, que foi quem pescou o outro brinco das águas de Saquarema. É só colocar ele na orelha que os pensamentos vão diretamentepra ela... É só segurar por dois segundos que eu tenho a resposta de todas as minhas dúvidas, que eu ouço novamente todos aqueles conselhos que costumava achar inúteis, mas que fazem uma falta tremenda...

Tudo na vida é importante. A felicidade, o sorriso, o dia, a noite, o prazer, a dor. Até mesmo essa dorzinha na ponta da minha orelha... Que vai me lembrar de não fazer um piercing... porque furo na cartilagem deve doer pra burro colorido naponte do rio que cai!


O texto hoje não ficou lá muito do jeito que eu queria, mas a mensagem é essa. Agarrem os seus brincos órfãos de irmãos gêmeos,coloquem eles na orelha e sigam em frente sabendo que a felicidade se constrói de pequenos momentos, e que na maioria dasvezes eles só parecem pequenos porque nós os contamos da maneira errada. Conte a sua felicidade pelos sorrisos e não pelos minutos.E desfile com os seus brincos, ou com os seus all stars, ou com as suas havaianas sem par.A felicidade é uma colcha de retalhos. A vida é a linha que os mantém juntos.

I love you mommy. More than anything.

Mata ne, Sayonara, Namaste. - I miss you.

Monday, February 06, 2006

Is it really worth trying?

Até onde vale a pena seguir com alguma coisa? Seja um plano para o futuro, um plano de carreira, um projeto, qualquer coisa? Até que ponto remar contra a maré é necessário para a sua sobrevivência? Até onde o que você faz e as decisões que você toma são fruto do seu esforço e pre-disposição de vencer, do seu entusiasmo e força de vontade e quando afinal, todos esses esforços se tornam simplesmente atos de desesperada teimosia?

Será que todos os grandes feitos do mundo foram realmente feitos apenas de 99% transpiração e 1% inspiração ou houveram alguns que foram 60% teimosia, 39% suor e 1% iluminação divina?

Em que passo está a sua vida agora? Você chegou a isso como resultado de esforços produtivos, ou por conseqüências da sua mais alta e capacitada condição de teimar com tudo? Você se considera teimoso? Alguém te considera teimoso? Alguém teima que você é um teimoso quando na verdade você não é? Você já pensou que pode ser por pura teimosia que você insiste que não é teimoso? E você já pensou que é simplesmente por ser muito teimoso que você continua a ler esse texto e a negar a cada palavra que essa não é a definição exata da sua pessoa?

Eu realmente não sei se leria esse texto até o fim se ele não tivesse sido redigido por mim. Na verdade, eu não sei se eu sou teimosa, se eu sou condescendente ou se eu simplesmente teimo em não ser nenhuma coisa nem outra e acabo sendo as duas. Também não sei de muitas outras coisas... De fato, só sei que nada sei, e que essa é a melhor frase que já disseram até agora. OU não.

São 21:32 a despeito do que pode ficar gravado pelo relógio super avançado e tecnológico do blogspot, e alguém está defumando o prédio todo com chá de capim-limão com camomila, que tem um cheiro muito ruim! Eu tenho montes de coisas pra corrigir, um jantar para terminar e muitas questões filosóficas para resolver... Decifrem essas, e boa sorte!

(Pouco-depressivo o suficiente ou ainda parece que estou no fundo do poço?)

Aishiteru... Sayonara, Namaste. = ' - ' =