Mais uma vez o fundo branco me instiga e desafia. No fundo, a paixão de meu sogro por seus textos cheios de idéias e vazio de conectivos me desestabiliza... Aonde foi a minha paixão pelas letras e palavras? Aonde foi o meu desejo de manchar de negro ou azul a brancura singela das páginas e dos pixels? Não me lembro.
Talvez eu devesse voltar a estudar a arte de escrever e versar. Talvez eu devesse simplesmente exercitar por conta própria esses dedos que ainda lembram de cor a localização das letras no teclado suave... Talvez eu deva parar de dizer tantos talvez e precise voltar a realizar.
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